{"id":4485,"date":"2013-12-19T10:36:44","date_gmt":"2013-12-19T12:36:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.vendedorautonomo.com.br\/site\/?p=4485"},"modified":"2013-12-19T10:36:44","modified_gmt":"2013-12-19T12:36:44","slug":"as-midias-sociais-sao-o-destino-inevitavel-do-e-commerce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vendedorautonomo.com.br\/site\/as-midias-sociais-sao-o-destino-inevitavel-do-e-commerce\/","title":{"rendered":"As m\u00eddias sociais s\u00e3o o destino inevit\u00e1vel do e-commerce?"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.vendedorautonomo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/social-commerce4.jpg\" alt=\"social-commerce4\" width=\"300\" height=\"200\" class=\"alignright size-full wp-image-4488\" \/>Algumas a\u00e7\u00f5es de brindes promocionais que marcaram \u00e9poca, em sua maioria, eram voltadas para o p\u00fablico infantil. Se fizermos uma retrospectiva, veremos que esse tipo de a\u00e7\u00e3o perdeu for\u00e7a ao longo dos anos e j\u00e1 n\u00e3o comp\u00f5e as estrat\u00e9gias de marketing direcionado ao p\u00fablico infantil.<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil entender o por qu\u00ea. Basicamente tudo vem de uma mudan\u00e7a comportamental. O comportamento de seus consumidores \u00e9 um fator determinante para nortear as estrat\u00e9gias de uma marca. Outro fator que tamb\u00e9m foi determinante na mudan\u00e7a da postura das marcas em rela\u00e7\u00e3o ao p\u00fablico infantil foi a legisla\u00e7\u00e3o que nos \u00faltimos anos apertou o cerco cada vez mais. Comecemos ent\u00e3o com o comportamento desse p\u00fablico. Se voc\u00ea parar e relembrar a sua inf\u00e2ncia provavelmente, vai lembrar de ter jogado futebol, v\u00f4lei, brincar de boneca, jogar bolinha de gude, tazo, bets, amarelinha, ca\u00e7ador, pega-pega e um monte de outras brincadeiras legais que voc\u00ea j\u00e1 teve o privil\u00e9gio de brincar.<br \/>\nAs crian\u00e7as de antigamente eram muito mais espoletas, corriam pra l\u00e1 e pra c\u00e1 e davam uma verdadeira canseira nos mais velhos. Com todo esse leque de brincadeiras, a tarefa de chamar a aten\u00e7\u00e3o dos baixinhos era algo muito mais dif\u00edcil. S\u00f3 restava as marcas que queriam atingir esse p\u00fablico um \u00fanico hor\u00e1rio, em um \u00fanico ve\u00edculo: A hora do desenho na televis\u00e3o. Fora isso, eles estariam no quintal de casa, ou na rua, reunidos com os coleguinhas enquanto deixavam seus respons\u00e1veis de \u201ccabelo em p\u00e9\u201d.<br \/>\nEsse comportamento demandava um esfor\u00e7o muito maior de uma marca em rela\u00e7\u00e3o ao p\u00fablico infantil, da\u00ed a necessidade das v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es que traziam de brinde brinquedos e outros objetos colecion\u00e1veis. Da\u00ed tamb\u00e9m a necessidade de utilizar os espa\u00e7os entre os desenhos que passavam na televis\u00e3o para divulgar seus produtos e servi\u00e7os. Mas isso s\u00f3 n\u00e3o bastava, era necess\u00e1rio que esses produtos estivessem ligados aos personagens favoritos da crian\u00e7ada, que tamb\u00e9m foi uma bela sacada da galera do marketing.<br \/>\nCom o passar dos anos, o acesso f\u00e1cil \u00e1 tecnologia e com a eclos\u00e3o da era digital o comportamento do p\u00fablico infantil mudou muito drasticamente, e as crian\u00e7as que outrora corriam, pulavam e espalhavam brinquedos por toda a casa, agora est\u00e3o conectadas, e mais do que isso: Elas nasceram conectadas. As brincadeiras na rua ou no quintal deram lugar aos jogos eletr\u00f4nicos, \u00e0s redes sociais, aos desenhos animados dispon\u00edveis 24h por dia em diversos sites da internet ou em canais de TV a cabo. Um turbilh\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es digeridas rapidamente pela crian\u00e7ada esperta, cada vez mais precoce, mais previs\u00edvel. (j\u00e1 digo o por que).<br \/>\nH\u00e1 quem diga que as marcas se acomodaram, mas diante das mudan\u00e7as descritas at\u00e9 aqui, \u00e9 poss\u00edvel enxergar que o cen\u00e1rio ficou muito mais simples e favor\u00e1vel para que as marcas atingissem seu p\u00fablico. Se antes atingi-lo exigia um esfor\u00e7o maior, hoje tudo \u00e9 mais simples, basta que a marca esteja conectada a esse mundo digital que as crian\u00e7as de hoje se encontram, n\u00e3o somente na hora do desenho, mas a todo momento, em qualquer hor\u00e1rio, seja em uma p\u00e1gina de jogos ou em uma rede social. O \u201ccomodismo\u201d das marcas, no caso, \u00e9 fruto da adapta\u00e7\u00e3o destas marcas ao \u201cmini-consumidor\u201d da era digital. Hoje \u00e0s marcas voltadas para o p\u00fablico infantil focam em criar conte\u00fado digital, como jogos online e dicas (de sa\u00fade, brincadeiras, curiosidades,etc.) para o p\u00fablico infantil.<br \/>\nAinda assim, todo esse bombardeio de informa\u00e7\u00f5es sempre gerou grandes pol\u00eamicas a cerca da regulamenta\u00e7\u00e3o da publicidade infantil no mundo inteiro. A legisla\u00e7\u00e3o, tem sido um calo no p\u00e9 das marcas nos \u00faltimos anos, no mundo inteiro. Pa\u00edses como Canad\u00e1, Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Noruega, Irlanda, B\u00e9lgica, \u00c1ustria, Gr\u00e9cia, entre outros possuem um legisla\u00e7\u00e3o totalmente voltada para a publicidade infantil, e na Su\u00e9cia por exemplo, todo tipo de publicidade voltada para menores de 12 anos \u00e9 proibida. No Brasil a legisla\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m vem se tornando cada dia mais dura.<br \/>\nEsta \u00e9 uma batalha que j\u00e1 dura anos. De um lado, Governos, Ongs e associa\u00e7\u00f5es que ressaltam que a publicidade voltada para o p\u00fablico infantil \u00e9 prejudicial pois o alvo em quest\u00e3o, est\u00e1 em desenvolvimento juntamente com suas capacidades de diferenciar fic\u00e7\u00e3o de realidade, somado ao fato de que as crian\u00e7as podem criar h\u00e1bitos de consumo totalmente prejudiciais.<br \/>\nAinda sobre esse tema a ABAP (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ag\u00eancias de Publicidade) Criou o movimento SOMOS TODOS RESPONS\u00c1VEIS, reconhecendo o poder de persuas\u00e3o que a publicidade exerce sobre o p\u00fablico infantil, mas que tamb\u00e9m defende que esta \u00e9 uma quest\u00e3o que n\u00e3o ser\u00e1 resolvida com radicalismo (como na Su\u00e9cia, por exemplo) mas sim com um di\u00e1logo entre a sociedade e as institui\u00e7\u00f5es pautados pela liberdade, pela responsabilidade e pela educa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m de defender que a legisla\u00e7\u00e3o brasileira j\u00e1 possui o aparato necess\u00e1rio para lidar com o assunto de forma eficiente e equilibrada, citando como exemplo o CONAR (Conselho de Autorregulamenta\u00e7\u00e3o Publicit\u00e1ria) e os Procons que sempre atuaram na defesa do consumidor em todo o Brasil.<br \/>\nE voc\u00ea o que tem a dizer sobre o assunto? As marcas se acomodaram ou apenas est\u00e3o se adequando cada vez mais a regulamenta\u00e7\u00e3o da publicidade infantil. E ser\u00e1 que este papel cabe somente as marcas ou somos todos respons\u00e1veis na forma\u00e7\u00e3o das nossas crian\u00e7as e incentiv\u00e1-las a um consumo cada vez mais consciente? Queremos ouvir sua opini\u00e3o.<br \/>\n<small><em>Fonte: Sramana Mitra, <a href=\"http:\/\/www.administradores.com.br\/artigos\/marketing\/as-midias-sociais-sao-o-destino-inevitavel-do-comercio-eletronico\/74245\/\" title=\"Fonte\" target=\"_blank\">Administradores<\/a><\/em><\/small><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Algumas a\u00e7\u00f5es de brindes promocionais que marcaram \u00e9poca, em sua maioria, eram voltadas para o p\u00fablico infantil. Se fizermos uma retrospectiva, veremos que esse tipo de a\u00e7\u00e3o perdeu for\u00e7a ao longo dos anos e j\u00e1 n\u00e3o comp\u00f5e as estrat\u00e9gias de marketing direcionado ao p\u00fablico infantil. N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil entender o por qu\u00ea. 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