{"id":1858,"date":"2013-08-19T08:20:37","date_gmt":"2013-08-19T11:20:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.vendedorautonomo.com.br\/site\/?p=1858"},"modified":"2018-08-27T09:59:31","modified_gmt":"2018-08-27T12:59:31","slug":"de-vendedor-de-pimenta-a-empresario-que-fatura-r-6-milhoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vendedorautonomo.com.br\/site\/de-vendedor-de-pimenta-a-empresario-que-fatura-r-6-milhoes\/","title":{"rendered":"De vendedor de pimenta a empres\u00e1rio que fatura R$ 6 milh\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.vendedorautonomo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/wingard.jpg\" alt=\"wingard\" width=\"300\" height=\"200\" class=\"alignright size-full wp-image-1859\" \/>O empres\u00e1rio Anderson Rodrigues, de 22 anos, descobriu cedo sua aptid\u00e3o para o com\u00e9rcio. Filho de agricultores, aos seis anos j\u00e1 vendia pimentas produzidas pela fam\u00edlia no interior do Paran\u00e1. Com oito anos revendia bombons caseiros na escola com o objetivo de comprar uma bicicleta. Nada demais, n\u00e3o fosse pelo fato de que com aquela idade, Rodrigues j\u00e1 pensava no conceito de suas embalagens. \u201cCriei uma marca chamada Happy e fazia as etiquetas em um PC que rodava o Windows 95.&#8221;<br \/>\nCom a compra da bicicleta concretizada, Rodrigues ficou um tempo se dedicando aos estudos. Aos 15 anos, entrou em uma empresa de pel\u00edculas automotivas por meio do programa de profissionaliza\u00e7\u00e3o do governo chamado Menor Aprendiz.  Ap\u00f3s seis meses, deixou o local e com o dinheiro da rescis\u00e3o (R$ 500) decidiu trilhar seu pr\u00f3prio caminho. Comprou alguns rolos de pel\u00edcula e come\u00e7ou a distribuir a revendedores de Curitiba e regi\u00e3o. \u201cNessa \u00e9poca, consegui comprar 10 rolos e comecei a vender nas principais lojas, acabei de certa forma virando concorrente da empresa que eu trabalhava&#8221;, diz.<br \/>\nPercebendo que as vendas aumentavam, Rodrigues decidiu formalizar o neg\u00f3cio. Aos 16 anos criou a empresa que daria base para o grupo atual, a AMK. Seu objetivo era importar a mercadoria e distribuir por um pre\u00e7o mais em conta no mercado local. No entanto, n\u00e3o era t\u00e3o simples trazer os produtos de fora sem conhecimento. \u201cFui atr\u00e1s de advogados, contadores e despachantes, at\u00e9 que fiz minha primeira importa\u00e7\u00e3o, com 18 anos.&#8221;<br \/>\nA empresa cresceu. Rodrigues transformou os R$ 500 em R$ 30 mil, mas precisava de mais. O jeito foi pegar um dinheiro emprestado com o pai. Com R$ 20 mil emprestados mais o que tinha em caixa, o empres\u00e1rio conseguiu aumentar o volume importador e em quatro anos gerou um fluxo de R$ 4 milh\u00f5es.<br \/>\nN\u00e3o foi s\u00f3 a vontade de crescer que ajudou Rodrigues, a sorte tamb\u00e9m estava a seu favor. Em 2008, uma opera\u00e7\u00e3o da Receita Federal em seus concorrentes fez com que muitas lojas fossem fechadas por sonega\u00e7\u00e3o de impostos. Com isso, a AMK ganhou uma grande fatia de mercado. Foi o momento em que Rodrigues tornou-se o segundo maior importador de pel\u00edculas automotivas do Pa\u00eds.<br \/>\n<strong>Demandas de um grupo<\/strong><br \/>\nCerto de que seu projeto tem potencial internacional, Rodrigues sempre buscou refer\u00eancias no setor para trazer ao Brasil tecnologia de ponta. Em 2010, em visita a uma feira na cidade de Las Vegas fechou parceria com um fornecedor franc\u00eas. Outra ideia que surgiu em 2010 foi a de criar uma rede de franquias.  Durante um ano, ele montou um plano de neg\u00f3cios at\u00e9 estrear como rede. \u201cEu n\u00e3o entendia muito bem o sistema de franchising, mas acompanhei muitas palestras e o modelo de neg\u00f3cios de outras redes at\u00e9 conseguir chegar ao meu&#8221;, afirma. As refer\u00eancias vieram de Havaianas, O Botic\u00e1rio e Cacau Show.<br \/>\nDe olho em novos mercados, Rodrigues aposta agora no segmento da constru\u00e7\u00e3o civil e de pel\u00edculas para green building, edif\u00edcios sustent\u00e1veis. Dos R$ 20 mil emprestados aos R$ 6 milh\u00f5es faturados em 2012, o empres\u00e1rio destaca que o maior aprendizado ao investir e ter seu pr\u00f3prio neg\u00f3cio foi apostar em um segmento espec\u00edfico e sem muitos concorrentes. Um grande risco, mas tamb\u00e9m uma grande oportunidade para crescer.<br \/>\n<small><em>Fonte: Revista Isto\u00c9 Dinheiro (http:\/\/www.istoedinheiro.com.br\/noticias\/126399_DE+VENDEDOR+DE+PIMENTA+A+EMPRESARIO+QUE+FATURA+R+6+MILHOES)<\/em><\/small><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O empres\u00e1rio Anderson Rodrigues, de 22 anos, descobriu cedo sua aptid\u00e3o para o com\u00e9rcio. Filho de agricultores, aos seis anos j\u00e1 vendia pimentas produzidas pela fam\u00edlia no interior do Paran\u00e1. Com oito anos revendia bombons caseiros na escola com o objetivo de comprar uma bicicleta. 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