{"id":10676,"date":"2017-01-30T16:08:55","date_gmt":"2017-01-30T18:08:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.vendedorautonomo.com.br\/site\/?p=10676"},"modified":"2018-08-27T09:41:27","modified_gmt":"2018-08-27T12:41:27","slug":"cariocas-resgatam-a-pochete-e-lucram-com-modelos-divertidos-para-o-carnaval","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vendedorautonomo.com.br\/site\/cariocas-resgatam-a-pochete-e-lucram-com-modelos-divertidos-para-o-carnaval\/","title":{"rendered":"Cariocas resgatam a pochete e lucram com modelos divertidos para o Carnaval"},"content":{"rendered":"<p>Voc\u00ea usaria uma pochete em formato de abacaxi, lagosta ou chifre de unic\u00f3rnio? A produtora de moda Paloma Borges, 25, e a estilista Thaissa Becho, 25, acreditam que sim. Elas s\u00e3o criadoras da Poch, marca de pochetes divertidas do Rio de Janeiro.<br \/>\n<img decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-10677\" src=\"http:\/\/www.vendedorautonomo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/poch-pochetes-divertidas-carnaval-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" \/>Com modelos que custam de R$ 90 a R$ 140, elas vendem cerca de 150 pochetes por m\u00eas pelo Facebook, em eventos no Rio de Janeiro e em lojas parceiras das marcas\u00a0Farm, Melissa e Void General Store. O faturamento e o lucro n\u00e3o foram divulgados.<br \/>\nBorges diz que a inspira\u00e7\u00e3o para o neg\u00f3cio surgiu no Carnaval de 2014.<br \/>\n<cite>Eu amo Carnaval e sempre observei como as pessoas traduzem sua personalidade por meio das fantasias. Eu via pessoas superproduzidas, maravilhosas, mas levando documentos e dinheiro em doleiras que acabavam com o visual. Fiquei pensando numa alternativa para isso.<\/cite><br \/>\nNo mesmo ano, em uma viagem a Londres, ela e Becho encontraram pochetes estilosas de diferentes materiais em brech\u00f3s. &#8220;Pensamos que isso logo chegaria ao Brasil. Decidimos direcionar o produto para o Carnaval, por ser pr\u00e1tico e por podermos brincar com o lado l\u00fadico nas cria\u00e7\u00f5es&#8221;, afirma.<\/p>\n<h3>Clientes compram pelo desenho, n\u00e3o pela pochete<\/h3>\n<p>No Carnaval de 2015, elas lan\u00e7aram os primeiros modelos inspirados em figuras como Carmen Miranda e Frida Kahlo. O sucesso foi instant\u00e2neo, e o que elas n\u00e3o esperavam \u00e9 que os pedidos continuariam chegando mesmo depois do Carnaval.<br \/>\n&#8220;As pessoas est\u00e3o se permitindo brincar mais com coisas l\u00fadicas mesmo fora do Carnaval. Pegamos uma pe\u00e7a hostilizada, que \u00e9 a pochete, e a transformamos num objeto de desejo. As pessoas n\u00e3o compram porque \u00e9 uma pochete e, sim, porque \u00e9 uma lagosta ou uma boca&#8221;, afirma Borges.<br \/>\nNo final do ano passado, ela deixou o emprego na marca carioca Cant\u00e3o para se dedicar exclusivamente ao neg\u00f3cio. Os pr\u00f3ximos passos previstos, diz, s\u00e3o a cria\u00e7\u00e3o de uma loja virtual e a busca por parceiros para aumentar a produ\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAs pochetes s\u00e3o feitas de vinil, artesanalmente, e cada uma leva um dia para ser confeccionada. O p\u00fablico-alvo s\u00e3o adolescentes e jovens, pessoas ligadas \u00e0 moda e ao design.<br \/>\n<cite>Para usar um abacaxi na cintura tem que ter alguma refer\u00eancia cultural e art\u00edstica.<\/cite><\/p>\n<h3>Produto \u00e9 controverso, mas criatividade se destaca<\/h3>\n<p>A empresa acerta ao apostar em irrever\u00eancia e\u00a0bom-humor, diz a consultora do Sebrae-SP Monica Lemes Padovani.<br \/>\n&#8220;A pochete ficou com uma imagem ruim ao longo do tempo, de algo brega, mas traz seguran\u00e7a ao permitir que se leve os pertences pr\u00f3ximos ao corpo. Essa reconstru\u00e7\u00e3o do produto com um toque de arte, voltado para um nicho, \u00e9 um ponto positivo. Mas \u00e9 necess\u00e1rio quebrar paradigmas.&#8221;<br \/>\nSe a empresa quiser crescer em outros mercados, ter\u00e1 que fazer estudos de mercado espec\u00edficos, diz ela. &#8220;\u00c9 um produto que pode ter mais ades\u00e3o em regi\u00f5es litor\u00e2neas. Em S\u00e3o Paulo, por exemplo, onde predomina a vida corporativa, a formalidade, o esfor\u00e7o de venda ser\u00e1 maior&#8221;, afirma.<br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o artesanal n\u00e3o \u00e9 empecilho para crescer, segundo a consultora. &#8220;\u00c9 necess\u00e1rio implantar uma linha de produ\u00e7\u00e3o, estabelecer processos, ter fornecedores de mat\u00e9ria-prima capazes de atender \u00e0 demanda, treinar pessoas para ganhar escala.&#8221;<\/p>\n<h3>Onde encontrar:<\/h3>\n<p>Poch: <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pochpochetes\/\" target=\"_blank\"><strong>www.facebook.com\/pochpochetes<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea usaria uma pochete em formato de abacaxi, lagosta ou chifre de unic\u00f3rnio? A produtora de moda Paloma Borges, 25, e a estilista Thaissa Becho, 25, acreditam que sim. Elas s\u00e3o criadoras da Poch, marca de pochetes divertidas do Rio de Janeiro. 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