{"id":10216,"date":"2016-06-07T10:11:19","date_gmt":"2016-06-07T13:11:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.vendedorautonomo.com.br\/site\/?p=10216"},"modified":"2016-06-07T10:11:19","modified_gmt":"2016-06-07T13:11:19","slug":"como-desafiei-gigantes-comecando-em-um-escritorio-de-15m-x-2m","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vendedorautonomo.com.br\/site\/como-desafiei-gigantes-comecando-em-um-escritorio-de-15m-x-2m\/","title":{"rendered":"Como desafiei gigantes come\u00e7ando em um escrit\u00f3rio de 1,5m x 2m"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-10217 alignnone\" src=\"http:\/\/www.vendedorautonomo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/como-desafiei-gigantes-comecando-em-um-escritorio-de-15m-x-2m-leia-mais-em-endeavor-httpsendeavor-org-brhistoria-brian-requarth-vivareal-300x182.jpg\" alt=\"como-desafiei-gigantes-comecando-em-um-escritorio-de-15m-x-2m-leia-mais-em-endeavor-httpsendeavor-org-brhistoria-brian-requarth-vivareal\" width=\"411\" height=\"254\" \/><br \/>\n<b>Empreendedor serial desde criancinha, Brian Requarth n\u00e3o se deixou intimidar pelos grandes players que j\u00e1 existiam no mercado. A <a href=\"http:\/\/www.vivareal.com.br\/\" target=\"_blank\">VivaReal<\/a> \u00e9, hoje, o maior deles.<\/b><br \/>\nNorte da California, d\u00e9cada de 90. Brian ainda tinha seus 8 ou 9 anos de idade, mas j\u00e1 formava muito clara a ideia de ser <strong>dono do seu destino<\/strong>. Seu pai fundou uma empresa que fazia pavimenta\u00e7\u00e3o para estacionamentos e outros projetos de constru\u00e7\u00e3o civil. Sua m\u00e3e, psic\u00f3loga, atendia pacientes em um consult\u00f3rio pr\u00f3prio. Neles, o menino viu o exemplo de que era poss\u00edvel crescer e n\u00e3o ter um chefe.<br \/>\nEntre a inf\u00e2ncia e a adolesc\u00eancia, se meteu em diversos tipos de iniciativa. Se n\u00e3o estava alugando sua jaqueta do Michael Jordan para os amigos da escola, estaria vendendo doces, rel\u00f3gios, ou dando aulas de nata\u00e7\u00e3o. Chegando a at\u00e9 90 alunos na piscina de casa durante o ver\u00e3o, ele <strong>conseguia gerar US$1.500 por semana<\/strong> \u2013 descontados os 15% de aluguel do quintal, claro, pago aos seus pais.<br \/>\nTodas as \u201cbrincadeiras\u201d de empreender sempre tiveram um prop\u00f3sito adulto. E em todas elas, o <strong>olho para neg\u00f3cios<\/strong> s\u00f3 foi ficando mais agu\u00e7ado. Na Col\u00f4mbia, por exemplo, foram mais 4 empresas iniciadas.<\/p>\n<h5><b>Como assim Col\u00f4mbia?<\/b><\/h5>\n<h5>Outro incentivo que Brian recebeu dos pais foram as viagens que a fam\u00edlia fazia. Sempre encantado por outras culturas, acabou se graduando em espanhol na Universidade de San Diego.<\/h5>\n<p>L\u00e1, se apaixonou por <strong>Andrea<\/strong>. Passada a formatura, ela precisou voltar para casa, em Bogot\u00e1. Brian pegou o carro e resolveu que faria uma viagem pela Am\u00e9rica do Sul at\u00e9 a Patag\u00f4nia, eventualmente parando para visit\u00e1-la. Visita longa! Durou 7 anos no total, dos quais s\u00f3 um estava planejado. A Patag\u00f4nia nem aconteceu, parou no meio do caminho. Oficializaram a uni\u00e3o alguns anos depois, com um casamento colombiano e um norte-americano.<\/p>\n<blockquote><p>PARA SE MANTER NO PA\u00cdS, O EMPREENDEDOR DESENVOLVEU ALGUMAS IDEIAS. A PRIMEIRA FOI UMA ESCOLA DE INGL\u00caS, QUE DAVA AULAS PARA GRUPOS EM EMPRESAS.<\/p><\/blockquote>\n<p>Eis que, um dia, Brian se v\u00ea com o visto vencido. As implica\u00e7\u00f5es n\u00e3o eram graves, mas a multa era inevit\u00e1vel. Na fila da imigra\u00e7\u00e3o para quitar sua d\u00edvida, percebeu, pr\u00f3ximo a ele, um rapaz alto, de cabelos castanhos, com um passaporte alem\u00e3o nas m\u00e3os. Logo lembrou de um executivo colombiano, seu cliente do curso, que estava buscando aprender o idioma.<br \/>\n\u201cEi, voc\u00ea n\u00e3o se interessaria em ensinar alem\u00e3o por um dinheiro extra?\u201d, Brian puxou a conversa. Dali para outros assuntos e para a descoberta de um interesse comum por tecnologia, ele e <strong>Thomas Floracks<\/strong> trocaram contatos. Brian n\u00e3o ganhou um professor dessa vez, mas ganhou um <strong>s\u00f3cio<\/strong>.<br \/>\nJuntos, fundaram a ColConnect, vers\u00e3o curta para Colomba Connect (\u201cum nome horr\u00edvel para uma empresa\u201d, brinca Brian), que constru\u00eda sites para outras organiza\u00e7\u00f5es. O primeiro trabalho foi para uma \u201cfazenda de \u00e1rvores\u201d \u2013 comuns nos EUA para produ\u00e7\u00e3o de madeira e venda de pinheiros no Natal -, onde Brian fazia bicos de papai Noel quando mais novo. Ent\u00e3o, se especializaram em sites para corretores imobili\u00e1rios e expandiram bastante a cartela de clientes.<br \/>\nS\u00f3 que veio a <strong>crise de 2008<\/strong>, e com isso uma <strong>evas\u00e3o da clientela<\/strong>. O tombo foi grande, mas foram \u00e1geis em perceber que o neg\u00f3cio n\u00e3o iria para frente.<\/p>\n<h5><b>O Mercado Livre dos im\u00f3veis<\/b><\/h5>\n<p>Sentado com seu computador em um caf\u00e9 um dia, Brian se deparou com um estudo de caso de Harvard trazendo a argentina Mercado Livre, que havia realizado seu IPO no ano anterior. Estudando um pouco mais sobre o modelo de marketplace e refletindo sobre a experi\u00eancia de encontrar im\u00f3veis na Am\u00e9rica Latina, teve um grande <i>insight<\/i>: ser a plataforma que pode <strong>solucionar esse problema<\/strong>.<br \/>\nAgora o desafio n\u00e3o era s\u00f3 como, mas onde. Decidiram apostar em tr\u00eas mercados potenciais: Col\u00f4mbia, M\u00e9xico e Brasil.<br \/>\nNo final de dezembro de 2008, indo de Buenos Aires para o Rio de Janeiro para passar o r\u00e9veillon, Brian recebe uma solicita\u00e7\u00e3o de contato no LinkedIn. A mensagem dizia algo como \u201cOl\u00e1, estudamos juntos na Argentina em 2002, estou me reconectando\u201d.<br \/>\n<strong>Diego Simon<\/strong>, brasileiro, foi seu colega de classe em um interc\u00e2mbio. Brian zomba da situa\u00e7\u00e3o dizendo que ele provavelmente s\u00f3 buscou uma lista antiga de nomes e saiu adicionando todo mundo. \u201cMas como eu estava em Buenos Aires naquele momento e j\u00e1 havia decidido abrir um neg\u00f3cio no Brasil, achei uma coincid\u00eancia interessante. Aceitei o contato e respondi a ele\u201d, diz. \u201cFalei da nossa ideia e tamb\u00e9m contei que n\u00e3o conhecia ningu\u00e9m por l\u00e1. <strong>Perguntei se ele n\u00e3o topava bater um papo<\/strong>\u201d.<br \/>\nPouco tempo depois, os dois s\u00f3cios logo convidaram Diego para passar um m\u00eas com eles na Col\u00f4mbia.<\/p>\n<blockquote><p>COM UMA ESTRAT\u00c9GIA DEFINIDA, APERTARAM AS M\u00c3OS E MANDARAM ELE DE VOLTA PARA O BRASIL COM US$20 MIL. SEM CONTRATO NEM NADA.<\/p><\/blockquote>\n<p>Diego come\u00e7ou a opera\u00e7\u00e3o em um quartinho em S\u00e3o Paulo e trabalhou sozinho por aqui por dois anos.<\/p>\n<h5><b>Melhor pedir desculpas que pedir permiss\u00e3o<\/b><\/h5>\n<p>De uma lista de 10 caminhos importantes para seguir, priorizaram 3: incluir im\u00f3veis no site, gerar audi\u00eancia e conquistar clientes buscando im\u00f3veis. Por mais que fossem interdependentes, teriam que come\u00e7ar pelas imobili\u00e1rias. Diego fez <strong>mais de 1.000 visitas no primeiro ano<\/strong>, mas o in\u00edcio foi sofrido. \u201cPor que n\u00f3s anunciar\u00edamos com voc\u00eas? Voc\u00eas n\u00e3o t\u00eam nenhuma propriedade no site\u201d, eles contestavam.<br \/>\nPara enfrentar a resist\u00eancia, a alternativa seria incluir os im\u00f3veis mesmo assim. Foram bombardeados de liga\u00e7\u00f5es com amea\u00e7as de processo e contrataram um estagi\u00e1rio para gerir a crise. Ele explicava que os corretores n\u00e3o precisavam se preocupar, que o VivaReal geraria contatos para eles. Assim, essas <strong>empresas raivosas se tornaram seus primeiros clientes<\/strong>.<br \/>\nA partir disso, Diego encontrou as melhores formas de conquistar novas imobili\u00e1ras: 1\u00ba, colocando o Brian para fazer liga\u00e7\u00f5es. Quando atendentes escutavam um <strong>gringo na linha<\/strong>, facilmente passavam a chamada para a dire\u00e7\u00e3o. 2\u00ba, oferecendo uma <strong>fase de teste gratuito<\/strong>, sem nenhum compromisso ou esfor\u00e7o por parte do potencial cliente. Com alto investimento em tr\u00e1fego org\u00e2nico, ele p\u00f4de atrair compradores e garantir que os anunciantes em <i>trial<\/i> fossem convertidos em clientes pagantes.<br \/>\nA opera\u00e7\u00e3o brasileira cresceu e os n\u00fameros convenceram os s\u00f3cios. <strong>Em 2011, concentraram todos os seus esfor\u00e7os no Brasil.<\/strong><br \/>\nSe mudaram com tudo para um pequeno escrit\u00f3rio na rua Frei Caneca e foram \u2013 Brian, Andrea e Thomas \u2013 dormir no sof\u00e1 do Diego por alguns meses.<\/p>\n<h5><b>Balan\u00e7a ma$ n\u00e3o cai<\/b><\/h5>\n<p>Apesar de sempre ter recebido olhares atentos de investidores, dinheiro n\u00e3o veio t\u00e3o f\u00e1cil para sustentar os primeiros passos da VivaReal. Inclusive, por conta de custos imprevistos, Brian precisou vender seu apartamento e pedir dinheiro emprestado da fam\u00edlia e de amigos mais pr\u00f3ximos, no in\u00edcio. Mas n\u00e3o seria a primeira bronca com verba que ele precisaria enfrentar.<br \/>\nJ\u00e1 instalados no Brasil, com aproximadamente 25 funcion\u00e1rios, o caixa foi minguando. Em junho de 2011, faltando dez dias para terminar o m\u00eas, sobravam apenas <strong>87 d\u00f3lares na conta<\/strong>. Eles tinham institu\u00eddo uma regra de sempre pagar os sal\u00e1rios no prazo, mas dessa vez n\u00e3o ia dar.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cFIQUEI FISICAMENTE DOENTE. SENTI QUE ERA O FIM. EU J\u00c1 TINHA INVESTIDO TODO O MEU DINHEIRO E O DE V\u00c1RIOS FAMILIARES\u201d, CONTA BRIAN.<\/p><\/blockquote>\n<p>O fracasso estava mesmo muito pr\u00f3ximo. Mas, aos 45 do segundo tempo, um anjo (literalmente) apareceu. <strong>Simon Baker<\/strong> era um dos maiores especialistas do mercado imobili\u00e1rio no mundo e ex-CEO de uma das gigantes do setor. Enfim, fecharam uma rodada de investimento que n\u00e3o s\u00f3 salvou a empresa financeiramente, como\u00a0agregou um conhecimento extraordin\u00e1rio.<br \/>\nVale destacar, por 3 anos Brian insistiu que Simon investisse na VivaReal. Foi s\u00f3 quando ele veio a um evento \u2013 organizado pelos tr\u00eas s\u00f3cios no Brasil em apenas cinco dias \u2013 que ele percebeu o potencial do time e do neg\u00f3cio. Foi tamb\u00e9m quando os fundadores perceberam a relev\u00e2ncia de investir em <strong>conte\u00fado<\/strong>, um dos segredos para o enorme n\u00famero de visitantes da plataforma atualmente.<\/p>\n<h5><b><i>Power to the people!<\/i><\/b><\/h5>\n<p>O \u201cmodelo Simon Baker\u201d de pre\u00e7os baixos de entrada, planos ilimitados e simplicidade foi introduzido e, com muito trabalho duro, o neg\u00f3cio disparou. Mesmo com players mais antigos e consolidados no mercado, <strong>o VivaReal tomou a lideran\u00e7a<\/strong> e recebeu inje\u00e7\u00e3o de capital de v\u00e1rios outros anjos e fundos.<br \/>\nHoje com 4 milh\u00f5es de im\u00f3veis ativos e 15 milh\u00f5es de visitantes por m\u00eas, o VivaReal \u00e9 o maior marketplace que conecta corretores e imobili\u00e1rias com quem busca propriedades para alugar ou comprar. A estrutura ocupa um pr\u00e9dio de doze andares na Bela Cintra, em S\u00e3o Paulo, que comporta 300 colaboradores, al\u00e9m de outras startups selecionadas, \u00e0s quais a empresa cede o espa\u00e7o por tempo determinado. Outros 140 colaboradores est\u00e3o espalhados nos outros escrit\u00f3rios pelo pa\u00eds.<br \/>\nA miss\u00e3o, como a parede do escrit\u00f3rio mostra em letras bem grandes, \u00e9 <strong>ajudar as pessoas a encontrarem o im\u00f3vel de seus sonhos<\/strong>. \u201c<i>Power to the people<\/i>\u201d \u00e9, ali\u00e1s, um mote para Brian:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cTORNANDO PROCESSOS MAIS TRANSPARENTES, ELAS ASSUMEM O COMANDO NO PROCESSO DE DECIS\u00c3O E S\u00c3O EMPODERADAS PARA MELHORAREM SUAS PR\u00d3PRIAS VIDAS\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<p>Na parede est\u00e3o tamb\u00e9m os valores da empresa, que os pr\u00f3prios funcion\u00e1rios reformularam coletivamente. Por falar em coletivo, as \u00e1reas de conviv\u00eancia agregam mesas de ping-pong, pufes, grama sint\u00e9tica e at\u00e9 a presen\u00e7a da cachorrinha Layla, que todo fim de semana vai para a casa de algum funcion\u00e1rio (a lista de espera \u00e9 de tr\u00eas meses!). Tudo como manda o figurino das empresas mais queridas do Vale do Sil\u00edcio.<br \/>\nMesmo com porte de PME, a cultura de startup nunca se perdeu. Ali\u00e1s, quando o assunto \u00e9 ess\u00eancia, nada se perde. No 9\u00ba andar, tem at\u00e9 a r\u00e9plica do primeiro escrit\u00f3rio do Diego, de <strong>1,5m x 2m<\/strong>. A hist\u00f3ria da empresa \u00e9 contada com fotos e texto em biombos, para que ningu\u00e9m esque\u00e7a do trabalho que deu e do longo caminho ainda a percorrer.<\/p>\n<h5><b>O poder do exemplo<\/b><\/h5>\n<p>\u00c9 f\u00e1cil perceber, por sua trajet\u00f3ria e energia, que Brian \u00e9 altamente inquieto. Admite que ultimamente, com dois filhos, tem se esfor\u00e7ado para dosar esse lado e chegar em casa mais cedo. Mas um esp\u00edrito empreendedor incans\u00e1vel e a vontade de genu\u00edna de deixar um legado que fez com que ele seguisse em frente nos momentos mais dif\u00edceis e levasse a VivaReal a um <strong>crescimento de quase 100% ao ano<\/strong>.<br \/>\nPara continuar nessa curva acelerada, Brian agora conta com a ajuda de uma rede de mentores composta pelos maiores empreendedores e especialistas em neg\u00f3cios do pa\u00eds. Ap\u00f3s passar por um criterioso processo seletivo, <strong>Brian Requarth<\/strong> foi aprovado como <a href=\"https:\/\/endeavor.org.br\/empreendedores-endeavor\/\" target=\"_blank\"><strong>Empreendedor Endeavor<\/strong><\/a> no 64\u00ba Painel Internacional de Sele\u00e7\u00e3o (ISP) em Madrid, Espanha, no \u00faltimo 27 de Abril.<br \/>\nPerguntado sobre o sonho daqui para frente, Brian diz que \u00e9 injusto falar de um s\u00f3. \u201cEu diria que j\u00e1 estou vivendo o sonho nos \u00faltimos anos, mas falando da empresa, um sonho \u00e9 que a VivaReal seja sinonimo de im\u00f3veis. Ainda estamos bem longe disso. O fato de ter milh\u00f5es de usu\u00e1rios \u00e9 demais, mas queremos nos tornar <strong>essenciais<\/strong>, ajudar todo mundo a tomar uma boa decis\u00e3o com total transpar\u00eancia\u201d.<br \/>\nO outro sonho \u00e9 pessoal. Afinal, se os pais de Brian tiveram tanta culpa pelo grande empreendedor que ele se tornou, \u00e9 natural que ele passe isso adiante. <strong>\u201cQuero ser o melhor pai poss\u00edvel, ser um exemplo para meus filhos\u201d<\/strong>. Tudo indica que ele est\u00e1 no caminho certo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Empreendedor serial desde criancinha, Brian Requarth n\u00e3o se deixou intimidar pelos grandes players que j\u00e1 existiam no mercado. A VivaReal \u00e9, hoje, o maior deles. Norte da California, d\u00e9cada de 90. Brian ainda tinha seus 8 ou 9 anos de idade, mas j\u00e1 formava muito clara a ideia de ser dono do seu destino. 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