{"id":10118,"date":"2016-05-05T16:46:31","date_gmt":"2016-05-05T19:46:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.vendedorautonomo.com.br\/site\/?p=10118"},"modified":"2018-08-27T09:50:04","modified_gmt":"2018-08-27T12:50:04","slug":"o-que-nao-mata-fortalece-da-divida-para-o-lucro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vendedorautonomo.com.br\/site\/o-que-nao-mata-fortalece-da-divida-para-o-lucro\/","title":{"rendered":"O que n\u00e3o mata, fortalece: da d\u00edvida para o lucro"},"content":{"rendered":"<p>Quem cai 2 vezes, levanta 3. A hist\u00f3ria do Osvaldo e da Carla, fundadores da Gigalink, nos mostra que importante mesmo \u00e9 continuar de p\u00e9!<br \/>\nO menino inquieto, que n\u00e3o gostava muito de estudar, ainda iria sofrer muito nas aulas de qu\u00edmica do Col\u00e9gio Jesu\u00edta em Nova Friburgo. Mas o dever imposto aos alunos que ficaram de recupera\u00e7\u00e3o, fazer um projeto de qu\u00edmica,  acabou virando uma oportunidade e tanto para Osvaldo Antonio Lucho Junior.<br \/>\nEle conquistou o mestre com uma inven\u00e7\u00e3o muito simples. Juntou madeira, dois tubos de ensaio, alguns el\u00e1sticos e montou uma centr\u00edfuga que resolveu o problema do laborat\u00f3rio da escola. Era um prot\u00f3tipo bem primitivo, mas impressionou o professor temido por todos. Al\u00e9m dos elogios e da nota 10, o projeto rendeu um convite para ser monitor de qu\u00edmica.<br \/>\nO reconhecimento acabou despertando o prazer pelo estudo e motivou um envolvimento muito maior do jovem com a escola. Tanto que Osvaldo acabou fazendo dois cursos profissionalizantes ao mesmo tempo: um de eletricidade e outro de qu\u00edmica.<br \/>\nEsse foi apenas o come\u00e7o de uma hist\u00f3ria marcada por descobertas dignas de um professor Pardal, com desafios vencidos pela inova\u00e7\u00e3o. Numa \u00e9poca em que poucos tinham um computador, ele come\u00e7ou a programar e virou \u201cmicreiro\u201d.  J\u00e1 fazia alguns projetos quando entrou na faculdade de Engenharia Eletr\u00f4nica na Federal e na PUC do Rio de Janeiro. \u201cSempre tive uma persist\u00eancia muito grande. Eram 8 turmas de C\u00e1lculo 1 e, no segundo semestre, eram duas turmas, porque as outras desistiram\u201d. S\u00f3 que no meio do curso, a faculdade ganhou uma concorrente: Carla.<br \/>\n<strong>Um amor embaixo da ponte<\/strong><br \/>\nQuando o pai de Osvaldo se aposentou, passou a cuidar da fazenda da fam\u00edlia, bem no interior do Rio Grande do Sul. Nas f\u00e9rias de ver\u00e3o de 87, o garoto se ofereceu para administrar a propriedade para que o pai pudesse viajar. Era gado e ovelha durante a semana e balada no s\u00e1bado. Mas quando viu a jovem Carla em frente \u00e0 casa de seu av\u00f4, foi paix\u00e3o \u00e0 primeira vista.<br \/>\nOs primos organizaram um churrasco para se conhecerem. O tal encontro acabou acontecendo em um parque, debaixo da ponte que liga Brasil e Uruguai. Da\u00ed para o namoro \u00e0 distancia e o casamento, foi tudo muito r\u00e1pido. Osvaldo passou a dar menos aten\u00e7\u00e3o \u00e0 gradua\u00e7\u00e3o e mais aten\u00e7\u00e3o \u00e0s viagens a Porto Alegre, onde ela estudava arquitetura.<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.vendedorautonomo.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/gigalink-osvaldo-lucho-carla-lucho-300x182.jpg\" alt=\"gigalink-osvaldo-lucho-carla-lucho\" width=\"300\" height=\"182\" class=\"alignright size-medium wp-image-10119\" \/><\/p>\n<blockquote><p>\u201cNAQUELE ANO, S\u00d3 PASSEI EM DUAS MAT\u00c9RIAS. CHEGAMOS \u00c0 CONCLUS\u00c3O DE QUE PRECIS\u00c1VAMOS MORAR JUNTOS\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<p>Carla transferiu a faculdade e foi de mala e cuia \u2013 literalmente, como boa ga\u00facha \u2013 para o Rio de Janeiro. A jornada empreendedora, a partir de ent\u00e3o, passou a ser em dupla.<br \/>\nEmpreender, quebrar, recome\u00e7ar \u2013 J\u00e1 viu esse filme?<br \/>\nDesde crian\u00e7a, Osvaldo j\u00e1 demonstrava um esp\u00edrito empreendedor: \u201cCom 8 anos eu gostava muito de gibi, n\u00e3o tinha muito acesso a grana e montei uma banca de revistas na frente de casa. Vendia os gibis que eu lia para comprar outros\u201d. Esse tino comercial aliado \u00e0 criatividade ainda renderia um bom neg\u00f3cio. E foi apenas uma quest\u00e3o de tempo.<br \/>\nO \u00fanico emprego que Osvaldo teve na vida foi um est\u00e1gio de eletr\u00f4nica na Remington. Depois, com uma bolsa do CNPQ e o empr\u00e9stimo de uma vizinha, conseguiu comprar o primeiro PC. Mas o disco r\u00edgido veio com defeito tr\u00eas vezes e, por ter que consertar a m\u00e1quina sozinho, acabou aprendendo a montar um computador. Nem chegou a usar, porque o professor de f\u00edsica fez uma oferta irrecus\u00e1vel e Osvaldo lucrou na venda praticamente 100% em cima do valor que tinha gasto com a compra.<br \/>\nA l\u00e2mpada acendeu: montando de 4 a 5 computadores por m\u00eas, ele conseguiria pagar a faculdade e se manter. Deu t\u00e3o certo que ainda estudante, com 22 anos, abriu a primeira empresa. Mas, em dois anos, deu tudo errado: dos quatro s\u00f3cios, s\u00f3 dois trabalhavam. A esposa entrou como s\u00f3cia,  os outros tr\u00eas sa\u00edram. No come\u00e7o at\u00e9 funcionou, mas a rentabilidade foi caindo e eles n\u00e3o perceberam.<br \/>\nOsvaldo lembra que tirava at\u00e9 200 pedidos em feiras de inform\u00e1tica e movimentava muito dinheiro, mas n\u00e3o gerava lucro. Quebrou. Resolveram migrar do varejo para o atacado, mas o neg\u00f3cio continuava pouco rent\u00e1vel. Quebrou pela segunda vez. O ano era 1998.<br \/>\nFoi quando ele decidiu sair da atividade comercial e voltar para Nova Friburgo. Assim surgiu um novo neg\u00f3cio de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, que come\u00e7ou montando CPDs (Centros de Processamento de Dados) para empresas. O reposicionamento rendeu seus frutos e todas as d\u00edvidas foram pagas. A empresa tamb\u00e9m come\u00e7ou a ter uma demanda de clientes querendo internet de banda larga e a l\u00e2mpada acendeu de novo.<br \/>\nOsvaldo teve a id\u00e9ia de montar uma rede de fibra \u00f3ptica na cidade. Era o embri\u00e3o da Gigalink.<br \/>\n<strong>O Plano A: banda larga barata e com qualidade<\/strong><br \/>\nQuando come\u00e7ou a desenhar seu novo neg\u00f3cio, os amigos j\u00e1 reagiram:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cL\u00c1  VEM VOC\u00ca COM MAIS UMA IDEIA MIRABOLANTE. VAI QUEBRAR DE NOVO\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<p>Mas ele n\u00e3o se abateu. Do outro lado, o pai sempre incentivava, mas j\u00e1 apresentava um plano B: \u201cqualquer coisa voc\u00ea vai cuidar da fazenda no sul\u201d. S\u00f3 que gado e ovelha n\u00e3o seria plano B, nem C, nem Z. Seu sonho era outro e Osvaldo ainda lutaria muito por ele.<br \/>\nO primeiro passo foi uma reuni\u00e3o com um fabricante e um t\u00e9cnico, onde ele mostrou o mapa da cidade com a rede de fibra \u00f3ptica. O investimento inicial seria de R$ 500 mil e Osvaldo s\u00f3 tinha R$ 30 mil. O fabricante acreditou no projeto e quis bancar tudo. Mas a esposa e s\u00f3cia se assustou com o valor: \u201cvoc\u00ea \u00e9 louco, saiu da lama e vai entrar na lama de novo\u201d. Ele voltou para o fabricante, contou que tinha quebrado mais de uma vez e reduziu o projeto para um cr\u00e9dito equivalente aos seus recursos dispon\u00edveis. Em dois anos, j\u00e1 tinha alcan\u00e7ado seu objetivo inicial e, com essa postura mais cautelosa, nunca mais quebrou.<br \/>\nMesmo assim, o esp\u00edrito inventivo continuava assoprando novas aventuras e Osvaldo come\u00e7ou a repensar o neg\u00f3cio. Como a fibra \u00f3ptica era muito cara, eles conseguiam atender apenas o mercado corporativo. Para alcan\u00e7ar o varejo, a grande aposta de crescimento, teria que desenvolver algo novo, um cabo mais barato. Novamente com o apoio do fabricante, em quatro meses eles j\u00e1 tinham o primeiro cabo de rede met\u00e1lico e sustent\u00e1vel, patenteado em 2004.<br \/>\nEssa ideia permitiu atender \u00e0s demandas do mercado com muito mais qualidade e por um valor bem inferior ao praticado pelos concorrentes.<\/p>\n<blockquote><p>OS CLIENTES FAZIAM FILA NA PORTA. A EMPRESA ACABOU CUMPRINDO UMA IMPORTANTE FUN\u00c7\u00c3O SOCIAL, AO AMPLIAR A INCLUS\u00c3O DIGITAL EM \u00c1REAS QUE TINHAM ACESSO MAS LIMITADO.<\/p><\/blockquote>\n<p>Esse prop\u00f3sito passou a ser traduzido na miss\u00e3o comum a todos os colaboradores: compartilhar acesso digital com qualidade, inova\u00e7\u00e3o e sustentabilidade.<br \/>\n\u201cEsse prop\u00f3sito de compartilhar o acesso j\u00e1 vinha desde que eu me entendo como profissional da \u00e1rea de inform\u00e1tica. A gente n\u00e3o quer s\u00f3 ficar rico, quer ficar rico trazendo o bem para as pessoas, tornando o mundo melhor com o acesso democr\u00e1tico \u00e0 internet\u201d.<br \/>\n<strong>Novos mercados, novos horizontes<\/strong><br \/>\nDepois de conquistar o mercado em cinco cidades do Rio de Janeiro, a Gigalink passou a ser cobi\u00e7ada por outras empresas. Mas Osvaldo j\u00e1 tinha seus mentores no Rotary Club e foi aconselhado a procurar a Endeavor e a Criatec.  Foi quando a empresa passou a focar na gest\u00e3o do neg\u00f3cio e Osvaldo participou de v\u00e1rios cursos de imers\u00e3o em Stanford e Harvard. Hoje ele afirma que o conhecimento \u00e9 essencial para crescer, investe cada vez mais em Recursos Humanos e constr\u00f3i as bases do futuro com muito mais seguran\u00e7a.<br \/>\n\u201cSabe aquela coisa do t\u00e9cnico que s\u00f3 pensa em solu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica? A venda era passiva, n\u00e3o tinha marketing, n\u00e3o tinha indicadores. Antes a gente crescia como um grande pastel de vento. Em mais alguns anos, poderia dar em mais uma quebra\u201d.<br \/>\nOsvaldo faz quest\u00e3o de destacar que deve o sucesso da empresa \u00e0 contribui\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias outras pessoas. Todas as inova\u00e7\u00f5es da Gigalink, inclusive, foram desenvolvidas dentro de casa. Hoje, acredita que est\u00e1 vivendo um momento muito positivo de compartilhamento de sonho. Um dos exemplos foi um dia inteiro de homenagens criativas e comoventes, organizado pela equipe em seu anivers\u00e1rio de 50 anos, rec\u00e9m completos.<br \/>\n\u201cO caminhar, o dar errado, o aprender e come\u00e7ar a dar certo \u00e9 um exerc\u00edcio que o ser humano tem que fazer para ser uma pessoa melhor. Acredito muito na frase \u2018o que n\u00e3o destr\u00f3i fortalece\u2019. Em alguns momentos, a gente tem que olhar pra cima e se perguntar: o que eu tenho pra me virar hoje?\u201d<br \/>\nQue truta \u00e9 essa?<br \/>\nQuando voc\u00ea acha que est\u00e1 diante de um engenheiro que s\u00f3 pensa em tecnologia, Osvaldo pode te surpreender. Tudo come\u00e7ou quando ele foi convidado pelo ex-prefeito de Nova Friburgo a assumir o Instituto de Desenvolvimento Econ\u00f4mico, Ambiental e Social da regi\u00e3o. L\u00e1 conheceu criadores de truta, que precisavam se organizar e incentivar a produ\u00e7\u00e3o ambiental. Osvaldo se envolveu com a causa e acabou comprando uma truticultura tamb\u00e9m. Hoje, \u00e9 presidente da Cooperativa dos Criadores de Pescado da regi\u00e3o serrana fluminense.<br \/>\nMas se voc\u00ea acha que ele s\u00f3 \u00e9 truticultor por hobby, se engana. O lazer acabou virando um novo empreendimento:<br \/>\n<strong>\u201cEXISTEM DOIS NEG\u00d3CIOS QUE MAIS CRESCEM NO MUNDO, A INTERNET E A AQUICULTURA. ESTOU NOS DOIS!\u201d<\/strong><br \/>\nNas poucas horas vagas entre a Gigalink e o Sitio Gaia, das trutas, Osvaldo gosta de correr, tomar um bom vinho e fazer um bom churrasco ga\u00facho de fim de semana. Seu passatempo predileto, no entanto, \u00e9 brincar de professor Pardal na oficina de eletr\u00f4nica.  Sim, como um nerd de startup, ele se diverte em sua \u201coficina de garagem\u201d. Quem sabe ali ainda surge outro neg\u00f3cio inovador?<br \/>\n<strong>Gigalink: um sonho do tamanho do mundo<\/strong><br \/>\nNo in\u00edcio, eram tr\u00eas funcion\u00e1rios e o casal de empreendedores. Hoje, a Gigalink tem 160 colaboradores. De uma d\u00edvida que chegou a um total de R$300 mil, fechou 2015 com um faturamento de R$15,8 milh\u00f5es. Esse ano, Osvaldo espera passar dos R$20 milh\u00f5es, com crise e tudo.<br \/>\nOs planos continuam ousados e o mercado parece promissor. \u201cPensa s\u00f3\u201d, ele diz, \u201cde 7 bilh\u00f5es de habitantes no mundo, 60% t\u00eam acesso a banda larga e, desses 60%, apenas 30% t\u00eam acesso a banda larga fixa no planeta. Tem pelo menos 5 bilh\u00f5es de pessoas que ainda podem ser clientes Gigalink\u201d.<br \/>\nA expans\u00e3o da empresa inclui um projeto de industrializa\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o Gigalink, baseado num sistema de franquias onde a empresa vai oferecer um pacote completo, com os recursos da tecnologia que desenvolveu.<br \/>\nUm sonho grande, que come\u00e7a por outros estados do Brasil, depois alcan\u00e7a a Am\u00e9rica Latina e outros continentes. Nada mal para quem come\u00e7ou a empreender vendendo gibis na porta de casa.<br \/>\n<small><em>Fonte: Endeavor<\/em><\/small><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem cai 2 vezes, levanta 3. A hist\u00f3ria do Osvaldo e da Carla, fundadores da Gigalink, nos mostra que importante mesmo \u00e9 continuar de p\u00e9! O menino inquieto, que n\u00e3o gostava muito de estudar, ainda iria sofrer muito nas aulas de qu\u00edmica do Col\u00e9gio Jesu\u00edta em Nova Friburgo. 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